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quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Através de textos, gravuras históricas, quadros e fotografias, livro desvenda o universo da joalheria crioula


As "joias de crioula" são consideradas exemplo de uma joalheria tipicamente brasileira, guardando todas as características da mais genuína arte da terra, são ainda símbolo da resistência de um povo e de sua contribuição para a construção da identidade do país.

Em busca de informações sobre essas joias, a ourives Laura Cunha e o fotógrafo Thomas Milz percorreram o Brasil, desde museus a coleções particulares, em busca das peças mais significativas, pelo uso e pela arte. A compilação destes achados se transformaram ee agora apresentam no livro Joias de Crioula (Ed. Terceiro Nome, 204 páginas, bilíngue).

Os autores
Desde a década de 90, Laura Cunha pesquisa a confecção, o uso e os significados de joias e adereços no Brasil colônia. Formada em Artes Plásticas pela Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP), cursou ourivesaria na Alemanha entre 2001 e 2004. Atualmente é professora de técnicas de joalheria e design em São Paulo e dedica-se à produção artística de joias.

Fotógrafo e jornalista alemão, Thomas Milz é formado em Ciências Políticas e História Latino-americana pela Universidade de Colônia, na Alemanha. Desde 2002 faz cobertura sobre o Brasil a partir de São Paulo para diversas mídias alemãs. É co-organizador do livroO Brasil dos Correspondentes.

Joias de Crioula (Jewelry of the Brazilian Crioula)de Laura Cunha (texto) e Thomas Milz (fotos)
204 páginas 28 x 28 cm - ISBN 978-85-7816-078-4s
Editora Terceiro Nome - R$ 110,00 - edição bilíngue
www.terceironome.com.br
fotos:Thomas Milz / divulgação




Adaptado de JoiaBr

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Joias Louis Vuitton haute Joaillerie


Simplesmente sensacional como a linha de joias incorpora detalhes preciosos da marca, valorizando o conceito, a identidade e a relação de valor e de afeto que o usuário estabelece com o nome. Primoroso.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Burle Marx e HStern

Vocês sabiam que Roberto Burle Marx deixou uma enorme obra como designer de joias? A Hstern criou uma coleção baseada nos desenhos originais do nosso mais famoso paisagista e porque não dizer multiartista*. Para marcar o lançamento da coleção, foi inaugurada uma exposição com os desenhos originais de Burle Marx, datados da década de 60, no shopping Rio Design Barra, na Barra. Expostos na sua forma original (em giz sobre cartão preto), numerados e datados, os croquis aparecem ao lado das novas joias, criadas pela H.Stern.













Os designers da marca se concentraram nos desenhos de joias dos anos 60 e buscaram as características em comum entre o design de joias e os jardins Burle Marx. Um verdadeiro deleite ver as joias ao lado dos desenhos, não acham?

* Ele deixou um legado enorme de obras, telas, tapetes, esculturas, infinitos jardins e uma coleção maravilhosa de plantas, que podem ser visitadas no Sítio Santo Antonio da Bica, em Guaratiba, onde ele viveu, no Rio de Janeiro. Aliás, um passeio belíssimo se você estiver no Rio.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Dica de Livro | MINERAIS E PEDRAS PRECIOSAS DO BRASIL

As 704 páginas, 1.153 fotografias, gravuras e desenhos coloridos oferecem ao leitor não especialista um grande volume de informações sobre minerais brasileiros, com dados históricos e científicos.

O livro é multidisciplinar, contemplando desde a geologia até à história. Informações científicas como por exemplo, que o hidroxifosfato de sódio e alumínio que cristaliza no sistema monoclínico atende pelo nome de brazilianita nos fazem entender o motivo do mineral verde-amarelado ter sido batizado em homenagem ao país. Raridades como o topázio imperial, só encontrado em Ouro Preto, ou a belíssima turmalina paraíba e seu inacreditável azul-neón, extraída no estado que a batizou. O quilate da paraibana pode superar os US$ 20 mil. Entre outras coisas, muitos fatos históricos sobre a descoberta e exploração de vários minerais e como estes fatos tiveram importância para a formação das cidades e consolidação de suas economias.
Interessante ressaltar que a maioria dessas belezas é mineira da gema, o que não é nenhuma grande surpresa, já que o prórpio nome de nosso estado indica este potencial.  "O Brasil foi o maior produtor mundial de ouro e de diamantes nos séculos 18 e 19. Atualmente, é líder na extração de minério de ferro, estanho e nióbio; importante produtor de manganês, alumínio, silício, tântalo, terras-raras, grafita e magnesita. Aqui está a maior produção mundial de turmalina (de todas as cores) e de quartzo (incolor, rutilado, ametista e ágata). Das jazidas brasileiras sai a maior produção mundial de berilos como água-marinha, morganita e heliodoro. O país é o segundo maior produtor mundial de esmeralda. Também lidera a extração de topázio (imperial, azul e incolor), alexandrita e euclásio."
MINERAIS E PEDRAS PRECIOSAS DO BRASIL

De Carlos Cornejo e Andrea Bartorelli. Editora Solaris, 704 páginas, 1.153 fotografias, gravuras e desenhos coloridos. R$ 148

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Alta joalheria se destaca na Bienal de Antiguidades em Paris


Anel L'Ame du Voyage, da Louis Vuitton, em ouro branco, diamantes lapidados no formato do monograma da marca, 55 safiras rosa, 28 diamantes chocolate e 599 diamantes


Anel Mojito, da Piaget, em ouro branco, com 182 diamantes, 120 esmeraldas redondas, 8 esmeraldas tipo marquise, turmalina verde e citrino esculpido em forma de limão


O colar de mandalas com pedras preciosas faz parte da coleção L’Ame des Voyages, desenvolvida por Lorenz Baümer, para a Louis Vuitton


Inspirada na coleção de Gabrielle Chanel, Bijoux en Diamantes, de 1932, a maison Chanel criou uma coleção de joias em formato de plumas. Colar em ouro branco e diamantes


Anel Rose Dior Bagatelle, em ouro branco, safiras rosa e esmeraldas


Colar Cartier que imita uma cascata de água com safiras e diamantes


Bracelete Cartier, em platina, com esmeralda de 77,3 quilates e diamantes



Relógio Montre à Secret, da Piaget, com 5 diamantes tipo pêra, 168 diamantes tipo baguette e 235 brilhantes.


O broche em formato de urso polar, da Van Cleef & Arpels, faz parte da coleção Les Voyages Extraordinaires

Sete grandes joalherias apresentaram suas melhores preciosidades durante a 25º Bienal de Antiguidades no Grand Palais, em Paris, na Bienal de Antiguidades.

Idealizada por Pierre Vandermeersh, presidente do sindicato nacional de antiquários, a feira de antiquários é hoje uma das exposições mais renomadas do mundo, frequentada por colecionadores, amantes de arte, da alta joalheria e interessados em geral.

A 25º edição do evento reuniu mais de 5 mil peças, incluindo joias raras, num espaço dedicado a alta joalheria, representadas por Chanel, Cartier, Dior, Harry Winston, Van Cleef & Arpels e as estreantes Piaget e Louis Vuitton.

O lançamento da primeira linha de alta joalheria da Louis Vuitton ainda nem completou um ano e a maison francesa já foi um dos pontos altos na bienal. Destaque para a lapidação exclusivíssima com monograma da grife francesa.

A Piaget além das joias mostrou a alta relojoaria, já que foi pioneira no conceito de "joias relógios", nos anos 60 e 70. A extravagância ficou por conta da coleção de anéis divertidos e preciosos, inspirados em drinques clássicos, como mojito, cosmopolitan, sex on the beach, whisky on the rocks e até na brasileiríssima caipirinha.