Mostrando postagens com marcador curiosidades. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador curiosidades. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Candidata, desfila com traje feito com materiais reciclados e criado por equipe da ED-UEMG.


Marina Teixeira, Miss Terra Belo Horizonte com o vestido
feito de fuxicos de saco de cimento

As cinco vencedoras, Miss Divinópolis (quinto lugar): Miss Itaúna (segundo lugar);
Miss Araújos, Priscilla, eleita MISS TERRA MINAS GERAIS 2012;
Miss Belo Horizonte (terceiro lugar); e Miss Uberaba (quarto lugar)

O " Miss Terra Minas Gerais " é um concurso de beleza que reuniu, este ano, 31 candidatas de diversas partes de Minas Gerais para disputar o título da mais bela. O concurso foi realizado em Divinópolis, no último dia 30 de junho e teve transmissão exclusiva da TV alterosa. A primeira colocada, Priscilla Martins será a "Miss Terra Minas Gerais 2013", vai ganhar um automóvel zero quilômetro e terá o direito de representar o Estado no "Miss Terra Brasil 2013".

Entre todos os quesitos pelas quais as candidatas eram avaliadas estava a criatividade; as candidatas deveriam desfilar com um traje com materiais recicláveis que fizesse alusão a um ponto turístico ou riqueza do município ou região das candidatas.

A Miss Terra Belo Horizonte, Marina Teixeira, usou em seu desfile um traje conceitual desenvolvido pela professora Heloisa Santos e alunas voluntárias em saco de cimento, tecido em algodão americano cru, sobras de linhas e lãs. O tecido foi tingido em tons terrosos com aplicações de dezenas de fuxicos de saco de cimento e nervuras no barrado do mesmo material. No meio dos fuxicos foram aplicados fios de lã e linhas em tons de amarelo, nude, laranja, ocre, bronze. A equipe contou as alunas: Anne Oliveira, Bárbara Rabelo, Camila Leão, Carolina Otoni, Cristianne Lobato, Gracielle Carvalho, Julia teles Frade, Leticia Moura, Letícia Oliveira e Viviane da Cunha Melo

terça-feira, 12 de junho de 2012

Joias abrilhantam o XV Grande Forró de Coronel Murta




O XV Grande Forró de Coronel Murta, aconteceu nos de 08 a 10 deste mês, uma animada e colorida festividade junina. 

A novidade desta edição foi a barraquinha onde foram expostos e comercializados os produtos desenvolvidos no Laboratório Itaporarte. A linha de joias, fruto da pesquisa do CEDGEM já premiada nacionalmente no Prêmio SEBRAE, continua sendo desenvolvida em parceria com os produtores locais, utilizando resíduos da mineração, aumentando a renda e melhorando a capacidade produtiva dos garimpeiros, lapidários e comerciantes do Vale do Jequitinhonha.


quarta-feira, 18 de abril de 2012

Publicação mostra peças premiadas no concurso AuDITIONS Brasil e traz curiosidades sobre a criação das joias



































A AngloGold Ashanti, através de parceria firmada com o Portal Joia br, acaba de lançar uma revista virtual sobre o AuDITIONS Brasil, o concurso de design de joias mais badalado do momento. A publicação visa proporcionar ainda mais divulgação às peças premiadas, aos designers e seus patrocinadores.

Ilustrada com fotos da modelo Luiza Brunet, embaixadora desta edição do AuDITIONS Brasil, a revista on line traz depoimentos dos designersfinalistas. Eles contam detalhes e curiosidades sobre a criação dos projetos e também falam sobre a confecção das joias.

Algumas peças foram executadas aliando o ouro a materiais nada convencionais na joalheria, como vitral, plástico e imãs. Diferentes recursos também foram empregados: desde técnicas antigas de ourivesaria, como o Samorodok, até modernas tecnologias - como desenho por computador e prototipagem rápida.

Até o final de 2011, a mineradora AngloGold Ashanti também promove exposições itinerantes da coleção "Sincronicidade: valores humanos através dos tempos" em cinco capitais brasileiras. A mostra de joias já passou por Curitiba e Belo Horizonte, e está em cartaz no Museu Histórico Nacional, no Rio de Janeiro, até o dia 27 de setembro. Depois segue para Goiânia (de 6 a 16 de outubro), encerrando a tournée em Brasília (DF), no mês de novembro.

Fonte: Joia BR

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Máquina transforma o deserto em vidro



Quem disse que os desertos são áreas improdutivas? Se você for até o de Siwa, no Egito, pode esbarrar num aparelho bastante estranho, que chega a parecer uma miragem: uma máquina capaz de converter as coisas mais abundantes da Terra, sol e areia, em objetos e utensílios. Ela literalmente transforma pedaços do deserto em vidro.


Seu funcionamento é simples. Uma lente focaliza a luz solar num raio de alta potência, que é projetado contra uma caixa de areia dentro da máquina. Aí, um computador (alimentado por um painel que capta energia solar) movimenta esse raio, que vai derretendo a areia e transformando-a em vidro, no formato do objeto desejado - como cumbucas, tigelas, copos etc. É uma versão automatizada de um dos processos mais antigos e artesanais que existem: a fabricação de vidro. Ela mostra que é possível fabricar coisas sem gerar nenhuma poluição e usando energia e matéria-prima praticamente inesgotáveis, com zero impacto ambiental. "Nós queremos repensar a forma como a humanidade fabrica seus produtos", diz o designer alemão Markus Kayser, criador do aparelho.

A máquina, batizada de SolarSinter - sintetizador solar -, consegue produzir qualquer tipo de objeto (desenhado com um software 3D). Markus também criou o SunCutter, um aparelho que usa energia solar para cortar madeira. Em maio, ele testou ambos no deserto de Siwa. Como o sintetizador leva aproximadamente 4 horas para produzir cada objeto, Markus acampou no deserto por 2 semanas. Sol na caixa.


Matéria reproduzida na íntegra, retirada de: http://super.abril.com.br/tecnologia/impressora-solar-632657.shtml. Dica da aluna Mareh

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Estrela pode ter virado um planeta de diamante

Um "planeta" com cerca de 60.000 quilômetros (km) de diâmetro - cerca de cinco vezes o diâmetro da Terra - formado por carbono e oxigênio. E sua densidade é tão grande que esse material deve certamente ser cristalino, ou seja, uma grande parte desse corpo celeste pouco usual pode ser similar a um gigantesco diamante. Esta foi a conclusão de um grupo de astrônomos australianos, que usou um radiotelescópio para observar um fenômeno igualmente pouco usual. Siga os passos para verificar como eles chegaram a essa conclusão sobre o que seria esse planeta de diamante.

Descobrindo um pulsar

Tudo começou quando os astrônomos usavam um radiotelescópio e descobriram uma estrela bastante rara, do tipo pulsar. Pulsares são estrelas giratórias muito pequenas, com cerca de 20 km de diâmetro, que emitem um feixe de ondas de rádio. Como a estrela gira, esse "disparo" de ondas de rádio chega na Terra na forma de um padrão regular - pulsos de ondas de rádio, de onde vem o nome pulsar. Mas esse novo pulsar, conhecido como PSR J1719-1438, apresentou uma característica diferenciada: seus pulsos parecem ser sistematicamente modulados, ou seja, sofrem uma influência regular.



Esse pulsar tem companhia

Os astrônomos concluíram que essa modulação deve estar sendo gerada por um pequeno planeta orbitando o pulsar, formando um sistema binário. Estudando a modulação nas ondas de rádio do pulsar, os pesquisadores chegaram a duas conclusões sobre esse planeta companheiro. Primeiro, que os dois estão separados por uma distância de cerca de 600.000 km e que o planeta orbita o pulsar em apenas duas horas e 10 minutos. Segundo, que esse companheiro deve ser muito pequeno, com um diâmetro menor do que 60.000 km - o planeta está tão perto do pulsar que, se ele fosse maior, seria destruído pela gravidade do pulsar.



Estrela que virou planeta
Mas, para que esse sistema binário seja estável, o planeta deve ter mais massa do que Júpiter. Para ser tão denso, não deve se tratar exatamente de um planeta, mas de uma estrela morta, cuja maior parte da massa já foi sugada pelo pulsar - ou seja, uma anã-branca. "Esse remanescente provavelmente é formado principalmente de carbono e oxigênio, porque uma estrela feita de elementos mais leves, como hidrogênio e hélio, seria grande demais para se encaixar nos tempos de órbita observados," diz o Dr. Michael Keith, do instituto CSIRO.


Não se trata exatamente de um planeta, mas de uma estrela morta, cuja maior parte da massa já foi sugada pelo pulsar. [Imagem: SWIN]

Nasce um planeta de diamante


Dada a densidade da "estrela que virou planeta" - uma massa maior do que a Júpiter em um diâmetro de 60.000 km - o material que a forma deve ser cristalino. Como carbono se cristaliza na forma de diamante sob altas pressões, os astrônomos concluíram que sua ex-anã-branca pode ser agora um planeta com grande parte de sua composição consistindo em diamante. Não há exatamente uma explicação de por que o pulsar teria sugado os outros elementos e deixado o carbono para trás, mas o estudo apresenta um retrato da situação medida, não tendo dados suficientes para estabelecer a dinâmica do nascimento do provável planeta de diamante.

A ideia de planetas de carbono não é inédita, embora seja recente, tendo sido proposta em 2005 pelo astrofísico Marc Kuchner. Em 2010, um grupo de astrofísicos ligados à NASA identificou o primeiro planeta de carbono, e apontaram que ele teoricamente poderia ter montanhas de diamante.

O pulsar agora descoberto é conhecido como pulsar de milissegundo - ele gira cerca de 10.000 vezes por minutos. [Imagem: SWIN]

Pulsar de milissegundo

O pulsar agora descoberto é conhecido como pulsar de milissegundo - ele gira cerca de 10.000 vezes por minutos.  Ele tem uma massa de 1,4 vezes a massa do Sol, espremida em uma esfera com 20 km de diâmetro. Cerca de 70% dos pulsares de milissegundo têm estrelas-companheiras, formando sistemas binários.

Os astrônomos acreditam que foi a estrela-parceira que transformou o pulsar em um pulsar de milissegundo, transferindo massa e fazendo-o girar cada vez mais rápido. O resultado é um pulsar de milissegundo com o que sobrou de uma estrela que perdeu a maior parte de sua massa - o "planeta de diamante".

Bibliografia:
Transformation of a Star into a Planet in a Millisecond Pulsar Binary

M. Bailes, S. D. Bates, V. Bhalerao, N. D. R. Bhat, M. Burgay, S. Burke-Spolaor, N. D’Amico, S. Johnston, M. J. Keith, M. Kramer, S. R. Kulkarni, L. Levin, A. G. Lyne, S. Milia, A. Possenti, L. Spitler, B. Stappers, W. van Straten

Science
August 25 2011
Vol.: Published Online
DOI: 10.1126/science.1208890

Matéria extraída na íntegra de http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=planeta-diamante&id=020130110825&ebol=sim, dica do Prof. Henrique Lana

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Histórias De-Lá



A designer, ex-aluna e agora professora da UEMG, Laura Cota, lançou a marca de produtos De Lá . Neste vídeo ela conta sobre a sua ideia e convida a todos a participarem do seu projeto através do movere.me. Uma excelente ideia!

quinta-feira, 30 de junho de 2011

What do you love????



A dica da aluna Maria Emilia é o novo portal da google só sobre "o que você ama!"  Assim como o post abaixo, esta é uma nova ferramenta que permita que ao definir uma palavra chave, o google crie um portal, tipo iGoogle, com o tema relacionado

Lógico que eu já digitei "jewelry", mas você pode escolher o que quiser. Basta clicar no link http://www.wdyl.com/#  [what do you love]  #ficaadica
Postado por Maíra Paiva

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Burle Marx e HStern

Vocês sabiam que Roberto Burle Marx deixou uma enorme obra como designer de joias? A Hstern criou uma coleção baseada nos desenhos originais do nosso mais famoso paisagista e porque não dizer multiartista*. Para marcar o lançamento da coleção, foi inaugurada uma exposição com os desenhos originais de Burle Marx, datados da década de 60, no shopping Rio Design Barra, na Barra. Expostos na sua forma original (em giz sobre cartão preto), numerados e datados, os croquis aparecem ao lado das novas joias, criadas pela H.Stern.













Os designers da marca se concentraram nos desenhos de joias dos anos 60 e buscaram as características em comum entre o design de joias e os jardins Burle Marx. Um verdadeiro deleite ver as joias ao lado dos desenhos, não acham?

* Ele deixou um legado enorme de obras, telas, tapetes, esculturas, infinitos jardins e uma coleção maravilhosa de plantas, que podem ser visitadas no Sítio Santo Antonio da Bica, em Guaratiba, onde ele viveu, no Rio de Janeiro. Aliás, um passeio belíssimo se você estiver no Rio.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Você sabe a diferença entre: Precioso e semiprecioso


Precioso e semiprecioso são duas palavras conhecidas de nosso vocabulário, sendo que a primeira é verdadeira e a segunda falsa.


Precioso é um adjetivo qualificativo, logo o seu oposto deveria ser não-precioso. A mesma coisa pode dizer da palavra honesta (e tantos outros adjetivos), não permite a existência de semi-honesto. Não existem pedras semipreciosas, assim como não existem mulheres semigrávidas. “Ou é ou não é”.

No caso das pedras preciosas, a palavra semipreciosa surgiu no início do século passado, provavelmente oriundo de grandes joalheiros do hemisfério norte que costumavam trabalhar com apenas quatro famosas pedras: diamante, safira, rubi e esmeralda. Eles pouco conheciam as pedras vindas do Brasil e rapidamente as classificaram de semipreciosas.

O motivo principal talvez fosse pela fragilidade em relação às quatro pedras acima citadas, mas isto também é uma inverdade, uma vez que uma água marinha tem a mesma dureza da esmeralda e ambas fazem parte da família dos berilos.

Precioso, no caso das gemas, é uma soma de atributos muito bem definido e a França foi o primeiro país a reconhecer isto. Desde 14/02/2002 uma lei proíbe o uso da palavra semipreciosa em qualquer documento escrito sobre gemas naturais.

Só um parêntese: A Lei francesa define o que é pedra preciosa: Toda aquela com grau de dureza maior do que o vidro, ou seja, acima de 6 na escla Mohs (sim, as pedras brasileiras estão acima de 6); Toda aquela que tem aspecto agradável, em ternos de cor, brilho e cintilação. E, por fim, toda aquela que é incomum, mas não tão rara a ponto de ser impossível de se encontrar.

Concluindo, as pedras podem ser mais ou menos valiosas em função do tamanho ou da intensidade de cor. Ametista, topázio imperial, topázio azul, água marinha e tantas outras são pedras preciosas, algumas podendo valer mais do que diamantes. Portanto, nossas pedras já não sofrem mais com o pejorativo e falso adjetivo semiprecioso. E você pode riscar do seu dicionário essa palavra pra lá de preconceituosa!

Dica da aluna Nina Lima, via Eu Amo Joias

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Barbie com colar de diamante é vendida por mais de R$ 500 mil

Uma boneca Barbie usando colar com diamante cor-de-rosa se transformou nesta quarta-feira na mais cara do mundo, ao ser vendida por US$ 302.500 (cerca de R$ 506,6 mil) na sede nova-iorquina da casa de leilões Christie's.

A casa de leilões informou que o valor atingido pela popular boneca bate o recorde mundial para uma Barbie, que até então era de uma vendida pela mesma casa de leilões em 2006 por US$ 17.091.

"É um símbolo feminino, um símbolo muito forte e um grande nome que todo mundo conhece", afirmou o chefe da seção de joalheria da Christie's, Rahul Kadakia.

Não foram divulgados detalhes sobre o comprador. Sabe-se, no entanto, que o dinheiro da venda será destinado à Fudação para a Pesquisa do Câncer de Mama.